Problemas de pele nos bebês

A pele do bebê é particularmente delicada e frágil. O seu alto grau de permeabilidade, isto é, a capacidade de permitir a circulação de fluídos através dela, faz com que produtos totalmente inócuos para os adultos sejam nocivos para ele. É por isso que muitos produtos devem ser evitados.

A irritação mais frequente na pele do bebê é uma dermatite desencadeada pelo contato demorado da pele com a umidade, o amoníaco da urina ou outros agentes como fungos e bactérias. Com as fraldas descartáveis, esse tipo de reação é cada vez menos comum e para combatê-la basta limpar bem o local e sempre que possível deixar o bumbum da criança tomando um pouquinho de ar.

Acontece também de o bebê apresentar certa escamação no couro cabeludo entre os 3 e 7 meses. Se isso acontecer com seu filho, basta fazer uma massagem na cabeça com um óleo de amêndoas e depois eliminar – com delicadeza – essa “caspinha” com um pente de dentes finos. Depois lave a cabecinha como de costume.

Muitas crianças nascem com uma mancha avermelhada na testa, nas pálpebras superiores, no lábio superior ou na parte posterior do pescoço. Não se preocupe, elas desaparecem sozinhas durante o primeiro anos de vida.

Alguns bebês também apresentam pequenos grãos de sebo ou pequenas pápulas avermelhadas espalhadas pelo corpo. Estas duas situações também não tem nenhuma importância e passam espontaneamente.

Infecções na pele, como bolhas com pus ou crostas com secreções devem ser melhor analisadas e tratadas pelo médico. De qualquer forma, para todas as manifestações na pele do bebê, vale sempre a conversa e o esclarecimento do pediatra, profissional plenamente capacitado para orientar e receitar os remédios certos para seu bebê.

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